segunda-feira, 5 de março de 2018

Mitos e Verdades Sobre Toxina Botulínica


1.       OS CREMES ANTI RUGAS FAZEM O MESMO EFEITO QUE A TOXINA BOTULÍNICA?

Não existem cremes anti  rugas que façam o efeito de aplicações de toxina botulínica. Os cremes agem na superfície da pele, hidratando a ajudando a manter a pele com aspecto bem cuidado e até atenuando rugas mais finas. Não agem nos músculos, como a toxina botulínica que impede a formação de rugas de expressão.

2.       A APLICAÇÃO É DOLORIDA?

A dor causada pelas agulhas, que são muito finas, é suportável e leve. Mesmo porque existem técnicas  que ajudam bastante na dispersão da dor, tornando-a  quase nula.

3.       É VERDADE QUE O ROSTO PERDE A EXPRESSÃO COM A APLICAÇÃO DE TOXINA BOTULÍNICA?



Quando bem aplicada o resultado é bastante natural  e não deixa o rosto sem expressão. Muito pelo contrário: possivelmente, as pessoas notarão que seu rosto está mais jovem, mas  não sabem a razão.

4.       O EFEITO É IMEDIATO?

Não. O efeito total só é atingido no 15º dia depois das aplicações. Começam os resultados depois do 4º dia da aplicação.

5.       QUANTO TEMPO DURAM OS EFEITOS DA TOXINA BOTULÍNICA?

Os efeitos duram de 4 a 6 meses, dependendo de cada indivíduo. Quem fuma, por exemplo, pode ter os efeitos durando menos tempo, mas isso também não é definitivo.

6.       É VERDADE QUE AS RUGAS FICAM MAIS VISÍVEIS E PROFUNDAS DEPOIS DE PERDER O EFEITO?

Não. Ao contrário, as rugas tendem a  se atenuar  porque a toxina botulínica  paralisa os músculos responsáveis pela formação destas rugas. O que forma a ruga é a repetição de expressões faciais (riso, raiva, etc.) ao longo dos anos.  A toxina botulínica impede a formação de rugas.

7.       A TOXINA BOTULÍNICA “VICIA”?

Não.  O que pode acontecer é um “vício” psicológico. A pessoa se sente tão bem, aumentando sua auto estima, que ela não quer mais viver sem isto. Cabe ao profissional dosar as aplicações de maneira que não se perca a naturalidade ou a expressividade do rosto. 

8.       COM QUE IDADE POSSO FAZER AS APLICAÇÕES?

Não há idade determinada. Começando as aplicações mais cedo (há quem comece por volta dos 25 anos) evita-se a formação de rugas na terceira idade, ou se aparecem, são muito menos acentuadas.

1.       EXISTEM EFEITOS COLATERAIS?

Podem surgir pequenos hematomas em pontos das aplicações que desaparecem com poucos dias. Não há relatos de efeitos colaterais graves em aplicações de toxina botulínica, tratando-se de um procedimento simples e não invasivo.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Tenho 65 anos. Peso exatamente 60 k, 1,65m, portanto não sou gorda. Nem magra como fui na juventude. Meu manequim é 40. Me chamam por senhora mas poucos acreditam que tenho filhos de 40 anos. Sou uma velha senhora, na dúvida. Sou velha, mas não sou doente. É o que diz minha disposição física, meu temperamento cheio de altos e baixos, minha consciência, meus propósitos, os mesmo que eu tinha com 20 anos. Ainda toco os dedos dos pés com as mãos, em pé ou sentada, ainda me sento com as pernas cruzadas, ainda ando de pés descalços, ainda arregaço as calças até os joelhos, levanto-me do chão sem usar as mãos e , pasmem os mais jovens, ando com desenvoltura e sem bengalas! Não tenho nenhuma das doenças chamadas da velhice, minhas juntas estão bem untadas, sou flexível como sempre fui. Sei fazer tricô, crochê, sei cozinhar, mas odeio. E nem tempo eu tenho, porque trabalho 12 horas por dia, sou publicitária. Tenho uma vida normal, como a sua, minha jovem de 40 anos. Onde estão os sinais da velhice? Na minha pele, suponho, que não é a mesma dos meus vinte anos. Tinha espinhas demais. Hoje tenho pequenos sinais. Rugas? Não, ainda não. Como cheguei até aqui assim? Vivendo. Um dia de cada vez.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Quem Procura, ACHA!

Há um médico americano que escreveu um livro chamado “Sobrediagnóstico”. Para ele, exames e visitas periódicas ao médico, podem fazer muito mal à saúde. Quem procura, acha. Não existe nenhum organismo (humano) que seja perfeitamente saudável. Especialistas sempre vão encontrar “doença” em um órgão específico, desde que façam todos os exames necessários. E essa “doença” poderia estar com você desde a mais tenra idade e não lhe causar desconforto algum. Ou você já ter nascido com este defeito de fabricação. E mesmo assim continuar vivendo com grandes possibilidades de não morrer tão cedo. Mas ele, o especialista, descobrindo a falha, receita-lhe um remédio “sem efeitos colaterais”que pode lhe matar ou trazer tantos distúrbios que, em pouco tempo, você estará realmente doente.Todo remédio tem efeitos adversos. E, para terminar com os efeitos de um, receitam outro. O que este médico americano aconselha é: “procure um médico se tiver sintomas”. Se não tiver sintomas, não procure, porque você vai encontrar. Inclusive, numa de suas entrevistas ele disse que o câncer de próstata tão frequentemente explorado e encontrado, nem sempre precisa ser operado. Muitos senhores hoje vilipendiados em sua virilidade, poderiam continuar machos como sempre foram (transando, quero dizer) se não lhes tivessem extirpados os testículos tão desnecessariamente. Existe um tipo ( não sei exatamente quantos) de câncer que, se encontrado no início, no fim ou no meio mata de qualquer jeito. Outros tantos, a maioria, não mata e nem se manifesta antes de uns 20 ou 30 anos. E quando se manifesta é tratável, no início, no meio ou no fim. Exames para encontrar cânceres no início e assim aumentar a chance de cura, são absolutamente inúteis. Posso dar um conselho já que sou velha o bastante para falar por experiência própria: não tome remédios sem necessidade. Costumo perguntar para o meu médico quanto tempo vai durar os sintomas se eu não tomar o remédio indicado. A resposta é sempre uma semana, até quinze dias. Prefiro esperar. O corpo se cura, enquanto o médico lhe distrai. Se a resposta for “nunca” é claro que tomo. Mas a resposta nunca foi esta. Quando for, eu sei que não terá remédio. Outra coisa: ficar velho não é ficar doente. Se, assim mesmo, você prefere fazer seu check up anual ou semestral, diante de qualquer diagnóstico, procure, no mínimo, mais três médicos. Confirme, confirme e confirme. Médico não é Deus e erra. Erra feio.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

SER FELIZ É HÁBITO. HABITUE-SE!

Ser feliz é hábito. E hábito se cria com insistência.Se você  decide que quer sair do seu estado de sedentarismo e jura que vai subir na esteira todos os dias, por 30 minutos e não fizer nada para criar o hábito, pode ter certeza: você vai continuar sedentário. 21 dias. Fazendo a mesma coisa, no mesmo hoário, durante 21 dias seguidos você criou um hábito. Viu? Você só precisa de disciplina por 21 dias. Depois, fica quase automático. Vira hábito. Experimente!
Aí você pensa: "e o que tem a ver ser feliz com hábito?" Tudo. Imagine uma pessoa amarga que acorda todas as manhãs reclamando da vida e que, por qualquer coisinha que fuja do seu controle, esbraveje, cuspa maribondo, grita palavrões. Todo mundo conhece alguém assim. Essa pessoa infeliz criou o hábito de ser infeliz. Se, ao acordar, mudasse o rumo do seu  humor - e qualquer um pode fazer isto- e se dissesse: "hoje, não vou levar as coisas tão a sério.Vou rir de qualquer coisa que saia do meu controle". E "treinasse" por algum tempo ( 21 dias, lembra?) no 22º dia ela se espantaria com a mudança do seu humor. Fica natural. Vira hábito. Você não controla o que entra na sua mente; mas controla o que FICA nela. Há muitos hábitos que você pode mudar. Falaremos nisso num outro dia. Bom dia!!!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

TESTE PARA SABER COMO VOCÊ CAMINHA PARA A “TERCEIRA IDADE” (VELHICE, SEM EUFEMISMO)


Só é válido para quem tem mais de 55 anos.

1- Sente-se no chão com as pernas cruzadas ( como as crianças no Maternal).
2- Não conseguiu sentar-se assim? Pule para a Quarta questão.
3- Agora tente se levantar sem pedir ajuda. Melhor ainda: levante-se sem o apoio das mãos. Não conseguiu se levantar sozinha? Pule para a quinta.
4- Deite-se de bruços e faça 10 flexões de braços. Pode apoiar os joelhos no chão. Não passou de uma flexão? Pule para a sexta.
5- Continue sentada no chão. Puxe os joelhos com as mãos e toque-os com a ponta do queixo. Não chegou nem perto? Você está gorda. Velhice não é gordura.
6- Levante-se, sem o apoio das mãos. Fique ereta e dobrando a coluna, encoste os dedos das mãos nos dedos dos pés. Faltaram 50 cm? Você continua gorda.
Se você conseguiu executar todos esses exercícios que são feitos facilmente por qualquer criança, parabéns. A velhice que te aguarde! Você deve ser destas pessoas privilegiadas pela genética ou muito cuidadosa com a sua saúde e forma física.
Se completou pelo menos 3 dos 6 propósitos, não deve desistir. Com um pouco de treino você chega lá saudável e flexível. Não vai precisar usar bengalas aos 80. Vai ver você está um pouco gorda, ou muito. Já disse que velhice não é sinônimo de gordura? Pois é.
Se você nem tentou completar a série, cá pra nós: o que anda fazendo? Perdendo noites em farras? Comendo sem escrúpulos? Cuidando da saúde dos filhos? Aprume-se mulher! Vá caminhar, correr, faça alguma coisa por você. Ou nem vai chegar lá. Quanto menos com saúde.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

PREOCUPAÇÃO: Vale a Pena?

Até hoje, em toda a minha vida, não presenciei uma só preocupação que evitasse um fato de acontecer. Pior: na esmagadora maioria das vezes em que alguém se preocupa com alguma coisa, esta coisa não acontece. E se acontece, não há nada que se possa fazer. Então por que preocupar-se? Quer saber por quê? Porque faz parte da nossa cultura, porque, na verdade, a maioria das pessoas, morre de vergonha de dizer: “não tenho a menor preocupação” por que, é como se dissesse “ não amo nada nem ninguém”. Na verdade, esta pessoa é uma pessoa amorosa, sobretudo porque ama muito a si mesma e se respeita a ponto de não se infringir sofrimentos desnecessários e inúteis. Tenho uma amiga, cujo filho de 20 anos, desaparece por uns três dias. Ele adora montanhas, e quando lhe dá na cabeça, resolve passar uns dias ao pé ou no cume delas. Às vezes, a minha amiga só se dá conta do desaparecimento quando o filho está de volta. Uma vez, lhe perguntei:
- O Beto desaparece literalmente e você não se preocupa nem um pouco? – Mesmo que eu tentasse disfarçar estava aí uma leve censura, como se o fato dela continuar vivendo a sua vida normalmente, fosse sinal de desamor.
- O Beto tem 20 anos, sabe o que quer e como fazer. Não seria possível acompanha-lo nas suas montanhas, mesmo porque não levo jeito. Tudo o que eu poderia fazer por ele, em termos de educação e cuidados eu já fiz. Agora, o caminho é dele e eu não posso deixar o meu caminho, para andar no dele.
- Mas ... você não se preocupa? – Insisti.
- Com o quê? Ele está fazendo o que gosta e naturalmente está muito feliz.
- Mas ele pode ser picado por uma cobra...passar mal, sei lá. Tanta coisa pode acontecer.
- E eu ficar daqui, me preocupando, vai salvá-lo de uma jararaca? O fato singelo de eu me preocupar vai livra-lo de algum mal?
- Não, mas...
Na verdade eu comecei a achar a minha amiga muito fria. Como é que ela não se preocupava com o seu único filho? Ela me respondeu tão serenamente, antes que eu perguntasse:
- Amo o meu filho. E por isso mesmo quero que ele viva a sua vida da melhor maneira possível: mas a que ele achar que é melhor. O fato de não me preocupar com fatos sobre os quais não teria controle é uma decisão minha. Não pense que foi fácil. Todas as vezes em que o Beto saía eu começava a me preocupar. Todas as vezes ele chegava feliz e saudável. E, mesmo que nem tivesse voltado, toda a minha preocupação não teria valido nada. Aí, comecei a treinar: se me vinha um pensamento nega
tivo eu imaginava como ele estava feliz. Se alguma coisa acontecesse ele tem o celular e, certamente, eu ficaria sabendo a tempo de socorrê-lo. Se, às vezes o Beto liga no meio da noite, eu sempre penso:- “Deve ser o Beto. Vai me falar que viu um lobo guará. Ele adora lobos.” Claro que foi preciso treino para chegar a isso. Mas hoje é tudo natural. Eu sou naturalmente despreocupada. - E riu, um sorriso sereno.
Quando alguma coisa começar a lhe preocupar, faça um diagnóstico mais ou menos assim:
-Vejamos! Isto que estou pensando tem alguma chance de acontecer? Mesmo assim, o fato de eu me preocupar vai fazer com que não aconteça? A resposta é sempre não. Então porque ocupar-se com tanta inutilidade? Todas as vezes em que a palavra preocupação sair da sua boca, pare e raciocine. Preocupar-se não é amar. É uma tentativa inútil de controlar o que não é controlável.